Antes do cinema, a aventura vivia nos livros — e continua viva neles. Estes seis romances do século XIX e começo do XX inventaram o náufrago, o mosqueteiro, o explorador e o pirata que todo filme de ação ainda copia. E leem-se num fôlego.
1. A Volta ao Mundo em 80 Dias
Júlio Verne
Phileas Fogg aposta que dá a volta ao mundo em 80 dias, em 1872, sem avião. O romance de aventura mais perfeito de Verne: ritmo de relógio, humor inglês e um final genial.
2. Os Três Mosqueteiros
Alexandre Dumas
D’Artagnan chega a Paris para virar mosqueteiro e cai em duelos, intrigas da rainha e na guerra contra Richelieu. Setecentas páginas que passam como um filme. ‘Um por todos’.
3. O Mundo Perdido
Arthur Conan Doyle
O professor Challenger leva uma expedição a um platô na Amazônia onde os dinossauros não morreram. O criador de Sherlock Holmes inventando, em 1912, o Jurassic Park.
4. As Minas do Rei Salomão
H. Rider Haggard
Allan Quatermain guia uma busca por um irmão desaparecido e um tesouro lendário na África. O livro de 1885 que inventou o gênero ‘mundo perdido’ e Indiana Jones inteiro.
5. Robinson Crusoé
Daniel Defoe
Vinte e oito anos numa ilha deserta, contados como um diário de sobrevivência. O primeiro romance inglês, de 1719, e a raiz de toda história de náufrago que veio depois.
6. Sandokan: Os Tigres de Mompracem
Emilio Salgari
O pirata malaio que enfrenta o Império Britânico por amor e vingança. O italiano que nunca saiu da Europa escreveu as aventuras mais lidas por gerações de brasileiros.
Por onde começar
O mais leve: A Volta ao Mundo em 80 Dias. O mais épico: Os Três Mosqueteiros. Para quem ama dinossauros: O Mundo Perdido. A raiz de tudo: Robinson Crusoé.
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